Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

sábado, 18 de março de 2017

O michê do jornalismo.

É ele meus caros leitores! Luis Nassif: O michê do jornalismo brasileiro. Num país de idiotas, pessoas como Luis Nassif prosperam e viram astros. Ele é capaz de fazer com que petistas de carteirinha, apoiem o braço direito de Aécio Neves e ainda os defendam na internet, mesmo que tenha assassinado diversas pessoas. 

Recentemente, Nassif perdeu a boquinha do governo. Está na pindaíba. Fim de carreira. Além disso ainda deve muita grana para o BNDES, o que conseguiu fazendo programas com petistas, daí o motivo de  ter se tornado um comunista de primeira linha. Não por ideologia, mas por dinheiro. 

Chutado da Folha de S.Paulo, Nassif passou a perambular em escritórios políticos pedindo dinheiro e auxílio financeiro para criar um bloguezinho. O meu eu criei de graça. Mas Nassif quer dinheiro. 



Nos últimos anos, Nassif foi condenado em vários processos por usar seu blog para difundir mentiras. O michê não aprendeu e nem pode. Ele precisa de dinheiro e por dinheiro ele faz qualquer negócio. Desta vez, Nassif voltou a me atacar em seu blog, em uma ação premeditada de Carlos Mosconi, o maior chefe de tráfico de órgãos da América Latina.


Para ilustrar o ataque, Nassif criou a imagem acima. Uma imagem distorcida onde esconde a presença de Aécio Neves abraçado com Carlos Mosconi, seu ex-assessor especial na época em que era Governador de Minas Gerais. A única imagem clara é a do Juiz Narciso de Castro, que é o outro alvo de ataques encomendados à Nassif.

No meu livro eu explico detalhadamente quem é Nassif. Basta ler e compreender. Mas como estamos falando de Brasil, as pessoas preferem ler o que ele escreve, sem confrontar o outro lado, e passam a admitir que o que leram é a plena verdade. Aliás, em um dos comentários no blog do Nassif, um leitor revela que leu o livro e discorda de Nassif. Logo em seguida é sumariamente atacado por outros leitores, que sequer leram o meu livro, mas defendem Nassif.

A máfia do tráfico de órgãos escolheu o blog do Nassif para se salvar. É que o blog do Nassif é o único que aceita dinheiro para publicar esta versão, que vou imediatamente desmontar aqui. Apesar de criticado por fazer a mesma linha de Nassif, o Jornalista Paulo Henrique Amorim é mais honesto. Basta ver a reportagem do Domingo Espetacular.


Vamos continuar! Vamos ver até onde Nassif é capaz de ir. Aliás, eu não entendo o texto de Nassif, já que a máfia comprou desembargadores para anular as sentenças. Os julgamentos que deveriam acontecer em 2014, foram adiados sem previsão para serem realizados. Está tudo sob o controle da máfia.

PEÇA 1

Nassif compara o Juiz Narciso de Castro com Sérgio Moro. Alega que o juiz persegue, é parcial e age com sadismo. No Brasil, cumprir a lei é isso. Diversos juízes pelo país são perseguidos por fazer o que é correto. Alguns destes juízes vivem trancados ou até mesmo foram aposentados compulsoriamente por terem feito o que é correto. Nassif cria esta imagem para jogar os seus seguidores de esquerda contra o Juiz.

Vale lembrar que o Juiz foi obrigado a deixar a cidade devido à ameaças. O PM que fazia a escolta do juiz, foi assassinado, após participar da última prisão dos médicos. Se isto é democracia, pela lógica Nassif, os juízes de primeira instância não deveriam existir.


PEÇA 2

Nassif começa com o seu festival de asneiras. Ele "narra" alguns fatos e alega que meu filho teve morte cerebral. Até hoje, os exames que comprovariam a tal morte estão desaparecidos. Mas Nassif foi pago para isso. A auditoria do Ministério da Saúde revela que Paulinho foi decretado como morto, sem que nenhum exame tivesse sido realizado.

Nassif ataca a Rede Globo, por ter feito duas reportagens no Fantástico, depois ataca José Serra que ajudou a Mosconi a acobertar os crimes, e obviamente ataca a mim. Diz que sou desequilibrado, como ele pôde comprovar. Nassif deve ser neurologista e psiquiatra também. Com todo o meu desequilíbrio, eu não peguei empréstimos no BNDES sabendo que não poderia pagar, como fez Nassif, motivo pela qual já foi executado várias vezes, sem nenhum sucesso, pois não tem onde cair morto.

Então Nassif parte para uma defesa incrível. Já não mais como jornalista e sim como advogado de defesa, ele diz que a equipe foi criada muito antes da lei de transplante que passou a vigorar em 1997. Segundo Nassif, a lei só valeria de fato depois de 2006, o que claramente não é verdade. A lei vale a partir do momento da publicação. Isto é fato. Mas para acobertar os crimes (como se isso fosse possível) Nassif arrasta a validade da lei para 2006. Assim, todas as práticas criminosas estariam cobertas. No Brasil sempre é possível dar um jeitinho para livrar bandidos da cadeia, não é mesmo? Até o STF faz isso!

Depois Nassif perde a noção de ridículo. Diz que o Ministério Público investigou em 2002 e não encontrou nada de errado. Mas a denúncia pela qual os médicos foram levados ao tribunal é exatamente a denúncia proposta pelo Ministério Público em 2002! Você tem todo o direito de acreditar em Nassif. Mas se quiser saber dos fatos, vá ao fórum e veja o processo. Está tudo lá!

Acho que o Nassif não viu o processo, por medo de entrar no fórum. Ele já é uma figurinha conhecida dos tribunais brasileiros. Ele tem sido condenado em diversos processos por fazer bem o que faz: Mentir.

Ainda nesta parte do texto, Nassif cita um processo civil para tentar invalidar os crimes praticados. Como se a esfera civil pudesse resolver processos da esfera criminal. Mas ele acaba escorregando e publica um trecho interessante que replico aqui:
"Foram encontradas irregularidades, como serão sempre que for feita investigação com igual profundidade em qualquer serviço público de saúde do país, que, para dizer o mínimo, não prima pela qualidade desses serviços” 
Sim! O desembargador Olindo Menezes, recebeu uma graninha da Màfia de Mosconi para dar uma aliviada. Mas como o crime é explícito, ele justifica a aliviada dizendo que as irregularidades existem em todo o país. Em outras palavras, o desembargador, vendido, reconhece as "irregularidades" que nada mais são do que 8 homicídios - sem contar as testemunhas assassinadas a tiros ou de outras formas como vou demonstrar - e portanto abençoa a máfia.

Seria o mesmo que eu dizer que se fiscalizássemos todas os frigoríficos, encontraríamos papelão e carne de cabeça de porco em sua produção misturada com a carne (que é proibido por lei) e, sendo assim, passa a ser legal pois todo mundo faz. Em um país sério este desembargador estaria atrás das grades. Mas no Brasil ele apenas recebe uma propina e vai se divertir na Europa.


PEÇA 3

As mentiras de Nassif para transformar a execução de 8 pacientes em escola de base não tem fim. Neste ponto ele passa a atacar o juiz Narciso de Castro abertamente. Ele diz que Narciso decidiu desarquivar o caso e levou da esfera Federal para esfera Estadual. 

O processo teve início da esfera Federal. Mosconi exigiu que o caso fosse julgado em Poços de Caldas - esfera estadual - pois ele domina a justiça da cidade. Narciso não entrou no jogo. Não se deixou levar pela máfia e resolveu enfrentá-la. 

Está nos autos que o processo foi levado para a justiça estadual atendendo a pedido dos RÉUS, fato este que levou pelo menos 6 ANOS para ser julgado. Depois de muita pressão da máfia, o processo foi encaminhado para a justiça estadual onde a máfia tratou de arquiva-lo rapidamente. Novamente, todo o procedimento foi feito à custa de propina e muita influência política.

Não foi o Juiz Narciso que levou o processo para a esfera estadual, e o próprio Nassif diz isso. Se o juiz desarquivou o processo em Poços de Caldas, é porque o processo já estava lá.

O promotor a que se refere Nassif, e que foi denunciado pelo Juiz ao CNMP, é Ricardo Gozzoli. Este promotor mandou arquivar os processos, e ao mesmo tempo era testemunha de defesa de alguns médicos em outros processos. Tal fato chamou a atenção do juiz que tomou tais providências. É tudo o que esperamos de um juiz imparcial e que tenha responsabilidade. Os tribunais brasileiros são mestres em arquivar casos mediante propinas. O Brasil hoje sabe como funciona. 

O próximo passo de Nassif é embaralhar fatos. Ele cita o "suicídio" de Carlos Henrique Marcondes, ocorrido em 2002 e passa a acusar o juiz, em 2012, de querer incriminar um médico. Muito bem. Carlos Henrique Marcondes não cometeu o suicídio. Ele foi assassinado a mando de Carlos Mosconi. Carlão como era conhecido, era Diretor do Hospital da Santa Casa e faria denuncias contra a Máfia do tráfico de órgãos. No dia da reunião em que mostraria documentos, foi assassinado. O caso ficou parado e foi arquivado por 3 vezes. Graças ao Ministério Público ele foi reaberto: Veja o vídeo abaixo:


Ao contrário do que diz Nassif, a reabertura do caso, mais de 10 anos depois, foi proposto pelo Ministério Público e não pelo Juiz Narciso de Castro. No vídeo acima dá para ver algumas "irregularidades" que o desembargador achou que era pioneirismo de um grupo de médicos. kkk

Mas vamos continuar! Não acabou aqui.

Depois de reaberto, a conclusão sobre o caso Carlão foi a seguinte:


Infelizmente, a reportagem não mostrou detalhes desta conclusão. Então vou citar um trecho aqui:

Inquérito Policial nº 051802020992-1
"Há outros elementos de convicção relevantes, mas este não é o momento para decliná-los. O correto é que o Ministério Público não tem absolutamente nenhuma dúvida da natureza do fato: houve um homicídio. A vítima sabia muito, tinha provas, era direta ou indiretamente envolvido na Máfia, havia receio de que revelasse às autoridades o que sabia, já que investigado pela Polícia Federal em vários inquéritos.
Parece-nos, no jargão popular, a tradicional “queima de arquivo”. Houve homicídio com simulação de suicídio.
A prova técnica colhida, que atesta a morte, aliada à prova subjetiva colhida, perfaz a necessária prova da existência do crime, a chamada materialidade delitiva.
Infelizmente, pontos relevantes não foram esclarecidos: 
- Quem era a pessoa que acompanhava Carlão em seu veículo instantes antes de sua morte?
- Quem foi o mandante? É certo que foi a famigerada Máfia dos Transplantes, mas quem? Não se denuncia uma entidade abstrata ou uma organização informal. Denuncia-se pessoa certa e determinada. É um dos requisitos formais da denúncia."
Não é preciso ser um Sherlock Holmes para descobrir o autor. O médico João Alberto Goes Brandão foi quem atendeu Carlão quando foi encontrado em seu carro. Brandão jogou ácido nas mãos de Carlão para que não pudessem ser feitos os testes de pólvora comprovando o suicídio. A foto abaixo mostro o corpo já sem vida e as mãos danificadas com ácido.

O mandante deste assassinato é Carlos Eduardo Venturelli Mosconi, pois é o nome dele que Carlão denunciaria como sendo o chefe do tráfico de órgãos desta máfia. Neste crime também está envolvido o bicheiro Antonio Bento Gonçalves que na época era tesoureiro da Santa Casa e desviava recursos para a Máfia de Mosconi. Antonio mandou espancar a viúva de Carlão para que ela declarasse o paradeiro de 500 mil dólares.

Porém, a máfia não é fraca. Neste meio tempo, o juiz Narciso de Castro passou a ser perseguido duramente e ameaçado de morte, o que fez com que ele deixasse a cidade. No lugar do Dr. Narciso, a máfia colocou a juíza Tânia Marina Azevedo Grandal Coelho que mesmo sabendo que se tratava de um homicídio cometido pela máfia, arquivou o caso. Grandal está no bolso da máfia e vem mantendo todos os processos parados até que eles prescrevam. É uma ajuda e tanto!!


Logo depois Nassif nos esclarece o sumiço dos exames que comprovariam a morte de Paulinho. Segundo ele, as chapas não desapareceram, mas estavam em poder da Polícia Federal, que as requisitou em 2002. O Juiz Narciso julgou o caso em 2012, e as chapas (depois de 10 anos) não estavam nos autos. As chapas que Nassif se refere, foram devolvidas sim, e comprovavam a existência de fluxo sanguíneo cerebral, confirmando portanto, que Paulinho estava vivo. As chapas que Narciso se refere de fato nunca existiram. Tanto é que mesmo depois de condenados, tais chapas nunca apareceram. 

Nassif também cita trechos de um documento do MG Transplantes de Belo Horizonte, que também estava envolvido com o tráfico de órgãos. Neste caso, não vale a pena nem comentar. Bandido defendendo bandido é digno de pena. E para arrematar, finalmente ele cita a decisão do Conselho Regional de Medicina, cujo um dos julgadores era José Tasca, chefe da UTI onde os pacientes eram executados, e que deveria estar preso.


PEÇA 4

Eu entendo que deve ser chato para você leitor, ter de ler e assistir tudo isso. Nassif fez um texto e não precisou exibir nada. Apenas documentos fornecidos pela Máfia, com quem tem uma estreita relação de amizade, e manipulando, ilustra suas teorias. Mas é para o bem da verdade que faço isso.

Nassif transforma agora, médicos assassinos de uma criança de 10 anos e de outros 8 pacientes em vítimas de perseguição. Ele cita que um dos médicos foi preso 3 vezes e tinha família, 4 filhos e blá, blá, blá. Pena que não pensou nisso quando executou meu filho de 10 anos, sem chance qualquer de defesa. O médico Claudio Rogério, citado por Nassif, não ficou mais de do que 5 meses presos, depois de ter sido condenado em vários homicídios. Mas ele é um coitadinho.

Mas vamos falar das prisões?


Quando foi decretada a prisão dos médicos, eles foram avisados pelos informantes do crime organizado. Sim meus amigos. Antigamente a polícia tinha informantes no meio de bandidos. Hoje, os bandidos tem informantes dentro da polícia. Sérgio Poli Gaspar, que foi vergonhosamente desmentido em público durante a CPI do Tráfico de Órgãos, fugiu. A polícia, a justiça, o Ministério Público, ninguém quis saber onde ele estava. Entra então o desembargador Flavio Batista Leite que também está no bolso da máfia e concede a liberdade ao foragido. Sérgio entregou-se para ser solto.

Como Sérgio soube do alvará se estava incomunicável?

Pelo próprio desembargador que sabia onde ele estava! Simples assim. Então Sérgio se entregou e foi solto em seguida. Após este episódio, os médicos foram novamente condenados em outro caso, e tiveram as prisões decretadas novamente. Eles passaram então a alegar maus tratos dentro da prisão e perseguição do juiz Narciso de Castro. 

Ao sair de férias, um esquema foi montado com a ajuda do SUAPI (administração do sistema prisional de Minas Gerais) para que os médicos fossem transferidos de presídio e tivessem regalias. O diretor do presídio chegou a conseguir um habeas corpus para não ser preso e fez a transferência dos médicos, de madrugada, contrariando todas as normas de segurança vigente. Andrea Abritta, se encarregou de assinar todos os documentos. Ela foi advogada dos médicos no início do caso e hoje trabalha no sistema prisional de Minas Gerais, nomeada por Anastasia, parceiro político de Mosconi.

Quando voltou, o juiz determinou imediatamente o retorno dos presos, mas obviamente que este caos criado, acabou causando a libertação de todos. Segundo determinação do STF, condenados em 2a instância deveriam estar presos. Mas os médicos de Poços de Caldas são os únicos nesta situação que continuam soltos até hoje. A prisão poderia ser requerida pela juíza Tânia, mas ela está no bolso da máfia e não o faz.


PEÇA 5

Fabricação de provas! kkkkk

Segundo Nassif, o Juiz teria fabricado provas para incriminar os médicos, como se isso fosse necessário. Há em diversos documentos da CPI e no próprio processo, relatos de falsificação e adulteração de documentos por parte da máfia. Até mesmo cobrança de internações que não foram realizadas, como podemos ver abaixo:


Nassif continua. Ele cita agora a testemunha José Alexandrino Apolinário. Este senhor apresentou-se voluntariamente para depôr dizendo saber de informações que poderiam ajudar no processo. Ele narrou a existência de tráfico de órgãos e chegou a dizer que viu Carlão ser assassinado. Este senhor era um paciente renal crônico e logo depois de depôr foi assassinado durante uma sessão de hemodiálise dentro da Santa Casa de Poços de Caldas. Nassif diz que a testemunha disse que não viu nada. Mas o juiz determinou o seguinte, como cita o próprio Nassif:
“A Máfia demonstrou também que ainda está em atividade atualmente, pois `plantou` uma testemunha, JOSÉ ALEXANDRINO APOLINÁRIO, que em depoimento prestado perante o coordenador do CAOCRIM, disse ter assistido ao assassinato de ‘Carlão’, chegou a citar o nome de MOSCONI e que temia ser assassinado pelo médico nefrologista, já condenado no CASO 1, João Alberto Goes Brandão”.
O Juiz refutou o depoimento de Apolinário pois claramente foi implantado pela máfia para atrapalhar o andamento do processo. Não servindo mais para nada, foi executado por João Brandão em plena sessão de hemodiálise. Nassif omite esta informação!

PEÇA 6 - Última!

Ufa!! Eu já estou cansado, mas vamos em frente.

Nassif demonstra haver uma certa intimidade com o pessoal do TJMG que favorece a máfia. Ele afirma que o juiz criou um blog para continuar atacando os médicos, e que o mesmo foi retirado por determinação do TJMG. Não é verdade. Não há nenhuma ação na justiça exigindo isso.

O blogueiro Nassif termina comparando mais uma vez o Juiz Narciso com Sérgio Moro e garantindo que nunca houve nenhum esquema de tráfico de órgãos na região.

SURPRESA!

Foi com surpresa que fui informado sobre o texto de Nassif. Eu era casado com a sobrinha de Antonio Bento Gonçalves, o bicheiro e ladrão da Santa Casa e devido à pressões da família nós nos separamos. Pouco antes eu havia sido convencido pela minha ex-esposa a retirar o blog do ar, facebook e também o canal do youtube. Tão logo fiz isso, fui surpreendido pela pressão de outro membro do Clã. Agora, sem blog, youtube e facebook, Nassif volta ao assunto sabendo que eu não teria um canal para me defender. Mas estou de volta. Mais forte do que nunca! Recuperado de uma grande asneira que fiz na minha vida, e reconstruindo tudo o que perdi mais uma vez. Mas esta história ficará para o segundo livro.

O caso não foi encerrado. Os processos ainda estão abertos, mas estão todos parados na gaveta do TJMG por determinação da máfia. Não há o que se comparar com o caso de Escola de Base, que em menos de 30 dias foi resolvido, infelizmente com danos irrecuperáveis para os envolvidos. O caso Pavesi dura 17 anos. Gerou uma CPI em Brasília, condenações, prisões, documentários internacionais, livros e vários TCCs em universidades.

Somente na cabeça do blogueiro, a história é inventada. Nassif precisa de ajuda. Além de pagar o BNDES, ele precisa indenizar as vítimas de suas calúnias. Ajudem o pobre coitado. Enviem moedas, de qualquer quantia, para que ele não morra de fome, e não tenha que vender mentiras como verdades jornalísticas. É o fim de um mercenário.








2 comentários:

  1. Já começou bombando... vou acompanhar, amigo... vc merece...

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  2. Assustador tudo isso!

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